lunes, 16 de octubre de 2017

Paul McCartney, aos 75 anos, faz com que show de 3 horas pareça fácil em São Paulo




g1.globo.com
Paul McCartney, aos 75 anos, faz com que show de 3 horas pareça fácil em São Paulo
Ex-beatle mostrou domínio sobre público e sobre própria carreira com sucessos de todas as suas fases no Allianz Parque neste domingo (15).
Por Cesar Soto, G1
16/10/2017

Paul McCartney em São Paulo (Foto: Marcelo Brandt/G1)
Paul McCartney em São Paulo (Foto: Marcelo Brandt/G1)

Shows de grandes artistas internacionais com três horas de duração não são a norma no Brasil, um país mais acostumado aos festivais gigantescos que comprimem o maior número de nomes em um único dia. Quando alguém resolve estender o espetáculo, como fez o Guns N’ Roses, é digno de nota. Mais incrível ainda é ver sir Paul McCartney, do alto de seus 75 anos, realizar tal proeza neste domingo (15) no Allianz Parque, em São Paulo, como se fosse fácil.
As 45,5 mil pessoas que esgotaram em cerca de um dia os ingressos para a apresentação da turnê “One on One” tiveram de aguardar pouco além do esperado para assistir ao retorno do ex-baixista dos Beatles a São Paulo, após quase três anos.

Às 21h02 o público já gritava ao ouvir o acorde que anunciava a primeira canção, “A hard day’s night”, responsável por abrir também o show de Porto Alegre (RS) na sexta-feira (13). Os gaúchos, aliás, ganharam uma música a mais em sua apresentação, mas não puderam ver “Drive my car”. Em seu lugar, ouviram “Got to get you into my life”.
O resto da noite seguiu com o previsto desfile de sucessos para agradar fãs de todas as fases do cavaleiro inglês. Os beatlemaníacos tiveram direito de ouvir até mesmo “Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band”, ausente durante sua última passagem por São Paulo, em 2014.
Fãs de Wings, a banda de Paul com sua ex-mulher Linda [1941-1998], vibraram com os gritos de “Jet” e com as explosões (literais) de “Live and let die”, momento apoteótico em que o palco é tomado por chamas e fogos de artifícios.

Paul McCartney em São Paulo (Foto: Marcelo Brandt/G1)
Paul McCartney em São Paulo (Foto: Marcelo Brandt/G1)

E até a carreira solo recente teve seu brilho. O cantor mostrou que ainda tem a potência necessária para substituir os vocais de Rihanna na bela versão de “FourFiveSeconds”, lançada em parceria com a cantora e com Kanye West, além de mandar “Queenie Eye” e “New”.
A sequência com as duas canções do álbum de 2013 mostra bem como o planejamento é feito com a experiência de alguém com décadas de estrada. Quando o público ameaçava perder o interesse pelas músicas novas, Paul emendou “Lady Madonna”. Com sua energia dançante, fez com que todos no estádio voltassem a gritar e pular.
Houve também, é claro, os momentos clássicos. Desde a reboladinha em “And I love her”, às luzes dos celulares do público em “Let it be”, os “na na na na” de “Hey Jude” e a finalização com a mistura de “Golden slumbers”, “Carry that weight” e “The end”.
Tudo isso entrecortado por declarações de amor, provocações e gírias em inglês e no idioma local. “Como está meu português? Bom?”, perguntou Macca, com a inocência de quem não tem feito inúmeros shows no Brasil nos últimos anos.
Tamanha interação com os fãs está longe de ser inesperada. Até a brincadeira com um assistente que impede que o cantor vá embora e “ordena” que ele toque mais uma é repeteco exato do que aconteceu em 2014. Mas Paul tem carisma de sobra para convencer que até as “colas” em português espalhadas pelo palco apenas estão ali por acaso.

Paul McCartney em São Paulo (Foto: Marcelo Brandt/G1)
Paul McCartney em São Paulo (Foto: Marcelo Brandt/G1)

Sem a chuva que ameaçou cair durante todo o dia – e que esteve presente em suas duas últimas passagens pela cidade, em 2010 e 2014 – a noite ainda teve homenagens. “My valentine” foi dedicada à atual esposa, Nancy Shevell. “Ela está aqui hoje”, disse. O antigo produtor dos Beatles, George Martin [1926-2016], foi lembrado com “Love me do”.
Até Jimi Hendrix [1942-1970] esteve presente, durante rápida passagem instrumental de “Foxy lady”, momento em que Paul parece querer mostrar que ainda tem as manhas com os instrumentos – como se precisasse. Ele toca baixo, guitarra, ukulele e dois tipos de piano na apresentação.
Mas é George Harrison [1943-2001], antigo colega de banda, quem recebe a mais clássica e bela lembrança em “Something”. Iniciada com o cantor em uma plataforma elevada e com um ukulele em mãos, ela parece perder um pouco de sua força original enquanto dá uma certa continuidade à psicodelia de “Being for the benefit of mr. Kite!”. Impressão que dura até a virada com as guitarras da canção, que a devolve ao lugar de onde nunca deveria ter saído.
Paul McCartney ainda toca em Belo Horizonte (MG), na terça-feira (17), e em Salvador (BA), na sexta-feira (20).

Paul McCartney em São Paulo (Foto: Marcelo Brandt / G1)
Paul McCartney em São Paulo (Foto: Marcelo Brandt / G1)

Paul McCartney em São Paulo (Foto: Marcelo Brandt/G1)
Paul McCartney em São Paulo (Foto: Marcelo Brandt/G1)







exame.abril.com.br
Mesmo com voz rouca, Paul McCartney faz show espetacular em SP
O músico passou pela capital paulista nesse domingo e levou o público ao delírio com grandes hits dos Beatles e suas composições solo
Por Clara Cerioni
16 out 2017

Paul McCartney em apresentação em São Paulo
Paul McCartney em apresentação em São Paulo (Diego Vara/Reuters)

São Paulo – Paul McCartney fez seu 22º show no Brasil neste domingo, 15. Mas, a julgar pela reação de seu público devoto no Allianz Parque, em São Paulo, poderia muito bem ter sido o primeiro. A escolha da música de abertura, “A Hard Day’s Night”, é a grande novidade no repertório do baixista na turnê, que começou em abril do ano passado. Antes disso, nenhum Beatle a tinha cantado ao vivo desde um show em 1965, na Califórnia.

Em sua segunda apresentação da turnê “One on one” no país (passou sexta-feira por Porto Alegre), Paul – e sua impecável banda – fizeram um espetáculo de quase três horas, com direito a fogos de artifício e muitas interações do músico com o público. Durante o show, Paul fez várias homenagens. Algumas delas foram para os ex-Beatles John Lennon, George Harrison e Ringo Star. Para Lennon, ele cantou “Here Today”, que ele compôs após sua morte e que diz ser sobre “uma conversa que nunca tiveram”.

Para sua atual esposa, Nancy, dedicou “My Valentine”; para sua ex-mulher, Linda, “Maybe i’m Amazed”. Teve também um trecho de “Foxy Lady”, que Paul dedicou ao guitarrista Jimmi Hendrix, e, claro, “Let me Roll It”, da banda Wings (grupo de rock formado em 1971 por Paul, um ano depois dos Beatles se separarem, que permaneceu em atividade até 1981).

A data da apresentação foi marcada também pela comemoração dos 50 anos de lançamento do aclamado disco “Sgt. Pepers Lonely Hearts Club Band”, que o músico brindou com “Being for the Benefit of Mr. Kite!” e “A Day in the Life”.

Nesse show, o ex-Beatle mostrou que veio preparado para a turnê no Brasil: desde o começo falou frases pré-ensaiadas em português, com direito a diversas gírias. Na esperada “Hey Jude”, ele regeu os fãs indicando os “manos” e as “minas” para cantar, enquanto cartazes com o refrão da canção tomavam conta do estádio. O público também fez o céu fechado da noite de domingo se transformar em uma constelação de estrelas ao ligar todas as lanternas dos celulares durante a canção “Let it Be”.

Ao contrário de sua última passagem na capital paulista, em 2014, quando sua apresentação começou com 45 minutos de atraso por conta da chuva, dessa vez, o show que estava marcado para as 21 horas teve início dois minutos depois.

Diversidade

A característica mais marcante dos shows do baixista é a diversidade do público que o acompanha. De crianças a idosos e metaleiros a ouvintes do pop, todos vibram com as canções do hoje considerado um dos maiores artistas ainda vivo.

Os irmãos David e Peter Fausto, 12 e 10 anos, respectivamente, não continham a ansiedade para ouvir um ex-Beatle cantando os grandes hits da banda. Fervorosos com o início do show também estava um grupo de rockeiros de Jundiaí, interior de São Paulo. Norton Santos, de 38 anos, estava ali para assistir o baixista pela 11ª vez. “Nós somos do metal, mas não adianta, Paul McCartney e Beatles não têm explicação, são incomparáveis”.

Vitória Barron, de 19 anos e Grazielle Araújo, de 20 anos, chegaram às 9h da manhã para conseguir um lugar na grade do show. “Passamos o dia inteiro no frio e ansiosas. Somos muito apaixonadas pelos Beatles e pelo Paul”, contaram.

No meio da apresentação, junto com a animação do público, também estava Gilberto e Luiz Fernando Pettit, de 68 anos e 28 anos, respectivamente. Pai e filho assistiam juntos pela primeira vez ao show do Beatle, que os trouxe um sentimento de nostalgia e saudosismo. “Eu conheço Beatles desde 1964 e nunca imaginei que teria a oportunidade de vê-lo aqui”, diz Gilberto.

No fim da apresentação, com direito a cinco músicas de “bis”, Paul McCartney agradeceu a participação do público, que também demonstrou sua gratidão pelo show. Agora, o ex-Beatle parte para mais duas maratonas de apresentações no Brasil: Terça-feira (17) ele vai para Belo Horizonte e, na sexta-feira (20), toca pela primeira vez em Salvador.

Ouça a playlist da turnê “One on one”  do Paul McCartney no Brasil:




domingo, 15 de octubre de 2017

ONE ON ONE IN SAO PAULO, BRAZIL : October 15 2017 - Allianz Parque, São Paulo, SP, Brazil















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São Paulo 15/10/2017

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sábado, 14 de octubre de 2017

A noite de Paul McCartney em Porto Alegre









 Félix Zucco / Agência RBS


jcrs.uol.com.br
A noite de Paul McCartney em Porto Alegre 
Cristiano Vieira 
14/10/2017 

Vigor e empatia de Paul McCartney, aos 75 anos, impressionam
Vigor e empatia de Paul McCartney, aos 75 anos, impressionam MARCOS HERMES/DIVULGAÇÃO/JC 

A espera de sete anos pelo retorno dele valeu a pena. A apresentação de quase três horas de Paul MCartney no estádio Beira-Rio, na noite de sexta-feira (13), emocionou as 50 mil pessoas que compareceram ao local e não arredaram pé mesmo com a chuva que insistia em cair. Quando as luzes se apagaram, às 21h02min, foi com o petardo A hard day’s night que o Beatle subiu ao palco e foi ovacionado pela multidão. A canção entrou para o setlist da turnê deste ano e não era executada ao vivo desde a época de shows dos quatro rapazes de Liverpool. O repertório dos Beatles, como era de esperar, ocupa a maior parte da apresentação – como as clássicas Yesterday; Love me do; Blackbird; Let it be; e Hey, Jude, entre outras. O vigor e a empatia de Macca, aos 75 anos, impressionam. Ele conduz o espetáculo com 35 canções sem desanimar, entremeando clássicas expressões em português – como “Boa noite Porto Alegre” ou “Tribom” – com hits também da carreira-solo. Já no fim, no bis, Paul e sua banda retornam juntos com as bandeiras do Brasil, da Grã-Bretanha e do movimento LGBT. Um momento para celebrar a diversidade, seja ela musical, de crença, de orientação sexual ou de pensamento, em um mundo que assiste, temeroso, ao recrudescimento do conservadorismo e da extrema direta. Acertou quem comprou, antes de entrar no Beira-Rio, as capinhas de chuva vendidas por ambulantes a R$ 10,00 nas ruas (inflação de 100% sobre os R$ 5,00 cobrados no show dos Stones, em 2015, mas ok, vá lá...). Chorando um pouquinho, levava duas por R$ 15,00. Não choveu tão forte, apenas o suficiente para lavar a alma de quem já está com saudades de Paul McCartney. 




gauchazh.clicrbs.com.br
Paul McCartney agrada fãs com sucessos recentes e coleção de clássicos do tempo dos Beatles  
Nem o mau tempo atrapalhou a histórica celebração musical comandada pelo ex-beatle no Beira-Rio, na noite desta sexta-feira
MARCELO PERRONE
13/10/2017

André Ávila / Agência RBS
André Ávila / Agência RBS

"É bom estar de volta", saudou sir Paul McCartney, em bom português, depois de desfiar as três primeiras canções do show desta sexta-feira (13) histórica no Estádio Beira-Rio. O aguaceiro que desabou sobre os Rolling Stones em 2016 repetiu-se antes da segunda apresentação do músico britânico em Porto Alegre, mas deu uma trégua durante a maior parte do espetáculo. Da chegada na Capital, na quarta-feira (11), à noite de sexta, o ex-beatle, de 75 anos, aguardou sob chuvas e trovoadas — sem perder o bom humor — o instante de subir outra vez ao palco do Beira-Rio. Os fãs, por sua vez, também demonstraram resistência e empolgação, apesar do mau tempo e da lentidão das filas de acesso ao estádio. Quando o show começou, às 21h05min, muita gente ainda estava entrando no Beira-Rio. 

Antes de cantar a poderosa I've Gotta a Feeling, famosa por sua versão ao vivo no telhado da gravadora Apple, Paul voltou a falar português para agradecer aos fãs de todas as idades que lotavam o estádio: "Obrigado, gaúchos e gaúchas". (No meio do show, soltou ainda um "tribom", em bom gauchês, para delírio da plateia.) Como introdução para Blackbird, canção composta sob inspiração dos conflitos raciais dos anos 60, Paul contou que a música era sobre direitos humanos e observou: "Nós precisamos disso, certo?". Foi a deixa para que parte do público puxasse um coro de "Fora, Temer" no estádio.  No final do espetáculo, antes do bis, outro momento político: Paul voltou para o palco com as bandeiras da Grã-Bretanha, do Brasil e do movimento LGBT. 

Lauro Alves / Agência RBS
Lauro Alves / Agência RBS

Do tempo pré-Beatles à parceria com Kanye West 
Como já havia mostrado em seu antológico espetáculo de 2010, Sir Paul, calejado nos seus 57 anos de estrada, não é de se mixar diante de percalços que cruzam seu caminho. Na comparação com o show anterior no Beira-Rio, Paul McCartney apresentou, além de mais canções, um repertório bastante generoso, lapidado em clássicos dos Beatles. De standards onipresentes como Something (momento da homenagem a George Harrison), Hey Jude (com direito a "bah" e "trilegal" durante o clássico coro de "na-na-nás") e Let it Be (que iluminou o estádio com a luz dos celulares, em vez dos isqueiros), a faixas que lembraram o cinquentenário do disco Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band, como A Day in the Life e Being for the Benefit of Mr. Kite!, até a seminal Love me Do, primeiro hit dos Fab Four, lançado em 5 de outubro de 1962, sim, 55 frescos anos recém-celebrados — Paul a canta nesta One on One Tour pela primeira vez na carreira solo. 

André Ávila / Agência RBS
André Ávila / Agência RBS

Do prolongado acorde que introduz a primeira música do espetáculo, A Hard Day's Night, também inédita no palco para ele sem a parceria de John, George e Ringo, à epifania final do sonho da beatlemania representado por The End, Paul passeou pela ponte entre o passado o futuro da música pop, da qual foi um dos principais e mais criativos construtores. Foi do tempo pré-Beatles, com In Spite of All the Danger ("E agora vamos voltar no tempo", anunciou), faixa que gravou ainda adolescente, em 1958, ao lado de Lennon e Harrison nos Quarrymen, à recente FourFiveSeconds, parceria de 2015 sua com Kanye West, cantada pelo rapper e Rihanna — a versão mais crua e enxuta que mostra ao violão é exemplo do talento do grande compositor que não perde o fio. Paul passeou ainda pelas pérolas que registrou no começo de jornada solo, como a belíssima Maybe I'm Amazed, e joias que registrou com sua banda pós-beatles, os Wings, entre elas Band on the Run e a pirotécnica Live and Let Die, além de Here Today (momento da homenagem a John Lennon).

Félix Zucco / Agência RBS
Félix Zucco / Agência RBS

Nenhum outro artista no mundo sobe ao palco com um histórico desses para compartilhar com fãs de gerações tão diferentes. Paul tem capacidade de, ao mesmo tempo, honrar o glorioso passado e mostrar que seu presente e futuro são de plena atividade criativa. Faz três horas de show passarem num estalar de dedos e ainda deixa a impressão de que faltou muito mais para celebrar.
Parafraseando, em tom otimista, o triste lamento do replicante Roy no final do filme Blade Runner: todos esses momentos diante de Paul McCartney um dia se perderão no tempo, como as lágrimas na chuva. Que ocorram ainda mais encontros com esse artista gigante enquanto estivermos todos vivos. Bom sinal: Paul encerrou o show, às 23h50min, com um “Até a próxima”.












gauchazh.clicrbs.com.br
Paul McCartney deixa Porto Alegre logo após show no Beira-Rio
Ex-Beatle embarcou em voo particular ainda na madrugada deste sábado (14)

14/10/2017 

Lauro Alves / Agência RBS
Paul McCartney emocionou fãs em show repleto de clássicos de sua carreira, no Beira-Rio
Lauro Alves / Agência RBS

O sábado amanheceu tranquilo no bairro Moinhos de Vento, em Porto Alegre. Não havia sinal da movimentação de fãs que, desde quarta-feira (11), mudou a rotina no entorno do hotel em que Paul McCartney estava hospedado. A calmaria só poderia significar uma coisa: Sir Paul McCartney não estava mais entre os gaúchos. De acordo com informações da Infraero, o ex-Beatle deixou a Capital ainda na madrugada deste sábado (14), após o show no Beira-Rio, entre a meia-noite e 3h em um avião particular.

Equipe e banda já haviam feito o check-out do hotel na tarde de sexta-feira (13), o que dava indícios de uma saída estratégica após a apresentação. A próxima parada da turnê "One on One" no Brasil é em São Paulo, neste domingo (15). O show ocorre no estádio Allianz Parque. Paul ainda se apresentará dia 17 no Estádio Mineirão, em Belo Horizonte, e no dia 20 na Arena Fonte Nova, em Salvador – onde toca pela primeira vez. 




Tour Starrts This Week + Meet RingoBot





www.ringostarr.com
Tour Starrts This Week + Meet RingoBot
October 13 2017

Catch Ringo & His All Starr Band on Tour!

Starting today, Ringo will hit the road in the U.S. with his All Starrs, the same beloved lineup he has performed with since 2012: Steve Lukather, Rodd Rundgren, Gregg Rolie, Richard Page, Warren Hamm & Gregg Bissonette.

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viernes, 13 de octubre de 2017

ONE ON ONE IN PORTO ALEGRE, BRAZIL : October 13 2017 - Estádio Beira-Rio, Porto Alegre, RS, Brazil








correiodopovo.com.br
Paul McCartney faz seu segundo show em Porto Alegre nesta sexta
Eterno Beatle apresenta a turnê "One on One" a partir das 21h
Correio do Povo
Oct 13 2017

Paul McCartney deve tocar por três horas na Capital, promovendo um passeio pela carreira | Foto: Facebook / Reprodução / CP
Paul McCartney deve tocar por três horas na Capital, promovendo um passeio pela carreira | Foto: Facebook / Reprodução / CP

Sete anos após de estrear em Porto Alegre com a sua "Up and Coming Tour", Sir Paul McCartney está de volta. O eterno Beatle se apresenta a partir das 21h desta sexta no estádio Beira-Rio - que já o recebeu em 2010 - e promete, mais uma vez, promover uma noite histórica na cidade.

Dessa vez, ele traz a "One on One", que foi lançada em 2016 nos Estados Unidos e abrange todas as fases de sua trajetória: do seu trabalho mais antigo com The Quarrymen até sua mais recente colaboração com Kanye West e Rihanna – assim como os tesouros mundiais dos Beatles, Wings e também sua carreira solo. O setlist dessa tour tem contado com 39 canções, por isso, a expectativa é que o astro de 75 anos toque por três horas aqui na Capital.

O show em Porto Alegre será a largada de uma passagem pelo Brasil que inclui uma novidade: Salvador receberá Paul McCartney pela primeira vez, no dia 20. Antes disso, ele e a banda que o acompanha tocam em São Paulo, no domingo, e em Belo Horizonte, na terça-feira.

Paul McCartney em Porto Alegre - confira o serviço:

Abertura dos portões: 17h30min

Show de abertura com Frank Jorge: 20h

Show de Paul McCartney: 21h

Trânsito

A Empresa Pública de Transporte e Circulação preparou um esquema especial de trânsito para atender as 50 mil pessoas aguardadas para o show. Para a chegada ao estádio, haverá uma série de bloqueios: do canteiro central da Av. Padre Cacique x Rua Otávio Dutra, do canteiro central da Av. Padre Cacique x Rua Fernando Lúcio da Costa; do acesso da Av. Padre Cacique para a Rua Nestor Ludwig, de acordo com a avaliação da necessidade pela fiscalização que estiver no local. O bloqueio pode ser momentâneo e dependerá do fluxo de pedestres. Ainda para a chegada, haverá sinalização com cones junto ao corredor de ônibus da Av. Padre Cacique no trecho em frente ao estádio, com o intuito de diminuir a velocidade dos ônibus e será realizada a segregação da faixa da direita da Av. Padre Cacique, sentido Centro/bairro, no trecho entre a Otávio Dutra e a Fernando Lúcio da Costa.

Para a saída do show (prevista para a meia-noite), haverá Inversão do sentido do fluxo da Av. Edvaldo Pereira Paiva, ficando as duas pistas com sentido único para o Centro, no trecho compreendido entra a Rua Nestor Ludwig até a Rótula da Cuias. Um bloqueio será feito nos canteiros centrais da Rua Fernando Lúcio da Costa, evitando a intersecção dos fluxos contrários e proporcionando maior fluidez aos veículos que acessarem a via. Duas áreas serão isoladas com cones: da faixa de estacionamento da Av. Padre Cacique sentido Centro/Bairro, aproximadamente 50m a partir da Rua Fernando Lúcio da Costa e da faixa de estacionamento da Av. Edvaldo Pereira Paiva, sentido Bairro/Centro, no trecho entre a Nestor Ludwig e as proximidades do pardal.

No transporte público, haverá reforço das linhas normais de ônibus que atendem o local no horário de entrada: Radiais Zona Sul, T2, T5, 149, T2A, T7, T1, com aumento da capacidade. Na saída, a linha especial Futebol Beira-Rio será ativada, com embarque na Rua Nestor Ludwig e desembarque no Largo Glênio Peres. As linhas de lotação também serão reforçadas, na entrada e na saída do evento.

Conforme a Prefeitura, também haverá Reforço na frota de táxis com embarque e desembarque na Av. Padre Cacique, nos dois sentidos da via. O Inter também já informou como funcionará o estacionamento:





Objetos proibidos

- Vasilhames, copos de vidro ou qualquer outro tipo de embalagem, contendo bebidas ou refrigerantes de qualquer natureza que, direta ou indiretamente, possam provocar ferimentos;

- Objetos de vidro, plástico ou metal, como perfumes e cosméticos;

- Substâncias tóxicas;

- Fogos de artifício e de estampido;

- Inflamáveis em geral;

- Armas de fogo ou armas brancas de qualquer tipo;

- Hastes de selfie;

- Guarda-chuvas de qualquer tamanho;

- Papel em rolo, jornais, revistas, bandeiras e faixas com mastro;

- Capacetes de motos e similares;

- Correntes, cinturões e pingentes;

- Alimentos: apenas permitidos alimentos industrializados, com a embalagem lacrada originalmente como salgadinhos e bolacha. Frutas, apenas cortadas.

- Máquinas fotográficas profissionais com lente intercambiável;

- Filmadoras;

- Roupas e acessórios com formatos ou partes pontiagudas que possam machucar ou causar lesões.

Veja o mapa do estádio:









gauchazh.clicrbs.com.br
Chuvarada em Porto Alegre em dia de show de Paul McCartney gera memes
Beatle se apresenta na noite desta sexta-feira (13) na capital gaúcha
VANESSA KANNENBERG
Oct 13 2017

A chuvarada não vai ofuscar o tão aguardado show de Paul McCartney em Porto Alegre. Mas é claro que as redes sociais não perdoariam o aguaceiro que toma conta da capital gaúcha há quatro dias — e que corre risco de seguir inclusive durante o show na noite desta sexta-feira (13).


Yellow Submarine, coitado, foi parar no Arroio Dilúvio e sobrou até para a famosa foto dos Beatles atravessando a rua Abbey Road, em Londres  — a faixa de seguranças, no caso, sumiu sob a água. 
A seguir, veja alguns dos memes e piadas que estão rolando nas redes sociais:









Bom dia! Trens e aeromóvel estão operando normalmente.
Como diria @PaulMcCartney: Oh, please believe me, I'd hate to miss the train.

URGENTE: pesquisas comprovam que volume pluvial do Brasil tem aumento considerável em visitas do ex-Beatle @PaulMcCartney.

Se essa chuvarada toda cair amanhã no show do Paul McCartney, as lágrimas da emoção se confundirão facilmente com as gotas da chuva






















SEE LIVE IN PERISCOPE :


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https://www.pscp.tv/w/1lPKqpENzbNxb

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https://www.pscp.tv/w/1MYxNjZbdWXxw

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